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sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Fire...
Histórias do nosso passado recente, como em todos os lados por aqui também vão acontecendo destes episódios mais ou menos rocambolescos...
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Mensagem.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Você recebeu um vídeo de ROQUE1001: "Ze Amaro - Malhao do beijo (ORIGINAL CD)"
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
E assim vai o Poder Máximo entregue ao Pessoal Mínimo.
Empregos e… Boa Educação
Há certas coisas que me intrigam de tal modo que me levam a pensar se de facto estamos ou não a viver momentos de crise laboral como os que são apregoados.
Por norma, e também porque em momentos de crise como o que atravessamos, a escolha das pessoas que concorrem a determinados postos abundam de tal maneira que a dificuldade é de facto escolher os melhores.
Por outro lado, os escolhidos tudo fazem para merecer o lugar para o qual concorrem, tanto no decorrer do concurso, como depois de serem colocados.
No caso que aqui apresento, não sei qual foi a forma de escolha. Também não sei quantos foram os candidatos. O que sei é que antes nunca fui acolhido pela ex-funcionária como o fui agora.
Por incrível que pareça, colocam-se pessoas em atendimentos ao público, em organismos também públicos que, para além de não saberem minimamente o que estão a fazer, ainda têm a “lata” de dizerem ao utente “eu estou aqui para ajudar”.
Ajudar quem? Pelo pouco que eu vi (e foram pouco mais que dez minutos), arrogância e falta de educação foi coisa que não faltou na pessoa que se encontrava do lado de dentro do balcão. Poderia eventualmente estar zangada por algo que terá corrido menos bem na sua vida pessoal (digo isto porque foi logo da manhã) mas, problemas pessoais não podem nem devem ser transportados para o local de trabalho e vice-versa.
O facto é que o utente não tem culpa e não pode ser tratado de qualquer maneira.
Algumas regras de bom atendimento não são demasiado dispendiosas e, até se necessário, disponibilizar-me-ei gratuitamente para em duas ou três horas tentar mudar alguns modos porque, por algumas “conversas de caserna”, já não fui a primeira vítima.
Como já certamente o leitor entendeu, tratou-se de uma deslocação minha à Junta de Freguesia de Febres e na qual fui atendido por uma funcionária nossa conterrânea, a qual, para além de estar mal informada (mas eu penso que isso não é culpa só dela), quebrou algumas regras de conduta que em nada a abonam para ocupar o lugar em que se encontra.
O cliente, independentemente da sua raça, cor, crença, instrução, condição social ou ideologia, como manda a Constituição da República Portuguesa no seu Artigo 13º (da qual a funcionária em causa deve ter conhecimento, pois teve a mesma professora que eu e na mesma sala), deve ser atendido de acordo como mandam as boas regras de educação. Se de facto a pessoa está ali “para ajudar”, como fez questão de dizer, nunca poderá de seguida responder “não tenho nada a ver com isso, é um problema seu”.
Algumas destas regras aprendem-se em formações. Outras aprendem-se na vida, no dia-a-dia. Mas uma coisa é certa. Em atendimento ao público e principalmente em locais públicos, como é o caso, as regras de boa educação são de facto as mais fundamentais.
Santos Silva
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Nas Câmaras e Juntas também há políticos.
Políticos iam diminuir os vencimentos deles em 15%, não iam?
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NB.: E depois não se esqueçam de votar neles!!!
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
PORTUGAL
Redução de vencimentos: texto do Prof. Luis Menezes Leitão, da Faculdade de Direito de Lisboa,
Data: Wed, 12 Jan 2011 19:57:40 +0000 por Luís Menezes Leitão:
Fico perfeitamente siderado quando vejo constitucionalistas a dizer que não há qualquer problema constitucional em decretar uma redução de salários na função pública. Obviamente que o facto de muitos dos visados por essa medida ficarem insolventes e, como se viu na Roménia, até ocorrerem suicídios, é apenas um pormenor sem importância.
De facto, nessa perspectiva a Constituição tudo permite.
É perfeitamente constitucional confiscar sem indemnização os rendimentos das pessoas.
É igualmente constitucional o Estado decretar unilateralmente a extinção das suas obrigações apenas em relação a alguns dos seus credores, escolhendo naturalmente os mais frágeis.
E finalmente é constitucional que as necessidades financeiras do Estado sejam cobertas aumentando os encargos apenas sobre uma categoria de cidadãos.
Tudo isto é de uma constitucionalidade cristalina.
Resta acrescentar apenas que provavelmente se estará a falar, não da Constituição Portuguesa, mas da Constituição da Coreia do Norte.
É por isso que neste momento tenho vontade de recordar Marcello Caetano, não apenas o último Presidente do Conselho do Estado Novo, mas também o prestigiado fundador da escola de Direito Público de Lisboa.
No seu Manual de Direito Administrativo, II, 1980, p. 759, deixou escrito que uma redução de vencimentos "importaria para o funcionário uma degradação ou baixa de posto que só se concebe como grave sanção penal".
Bem pode assim a Constituição de 1976 proclamar no seu preâmbulo que "o Movimento das Forças Armadas [...) derrubou o regime fascista".
Na perspectiva de alguns constitucionalistas, acabou por consagrar um regime constitucional que permite livremente atentar contra os direitos das pessoas de uma forma que repugnaria até ao último Presidente do Estado Novo.
Diz o povo que "atrás de mim virá quem de mim bom fará". Se no sítio onde estiver, Marcello Caetano pudesse olhar para o estado a que deixaram chegar o regime constitucional que o substituiu, não deixaria de rir a bom rir com a situação.
'Perderei a minha utilidade no dia em que abafar a voz da consciência em mim'.
Mahatma Gandhi
domingo, 23 de janeiro de 2011
Presidenciais em Febres.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
É a vida...
Passar o ano civil com dívida igual a zero é, concerteza, fruto de grande rigor financeiro e de capacidade de boa gestão.
Quem nos dera ver Notícias destas nos Jornais de Cantanhede!!!
Câmara da Mealhada fecha o ano de 2010 SEM Dívidas a Fornecedores e a Empreiteiros... e tem muitas Obras a decorrer pelas freguesias e na sede do concelho!!!
Quem nos dera ver uma notícia semelhante com o nome da Câmara de Cantanhede... Mas não, o que vemos (não vemos porque os jornais não publicam) é uma Câmara SUPER Endividada , sem dinheiro para poder fazer obras JÁ COMPARTICIPADAS pelos Fundos Comunitários.
Vemos a Câmara a ANULAR o Contrato de Promessa Compra-venda para a Construção do Parque Empresarial - CEC na Ex-COBAI...
Vemos a INOVA a ANULAR o Concurso da Construção do Parque Desportivo de Ançã e a voltar a lançar outro Concurso... com isto perderam mais de meio ano... e ainda não explicaram bem as razões dessa anulação!
Vemos a Câmara a ADIAR a conclusão do Centro Educativo de Ançã, por falta de dinheiro para o Mobiliário, quando já devia estar a funcionar desde Setembro passado!!!
É esta a tal "Boa Gestão", a "Gestão Rigorosa" que o actual executivo faz???
Não basta apregoar aos quatro ventos que somos bons, somos os melhores do mundo e arredores, sem nós seria a desgraça completa.
Faço votos para que o executivo de Cantanhede aprenda com quem sabe.
--
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Mais UMA.
Caiu o Dixieland
Durou 6 anos.
Em 2009 passou a bienal.
Em 2010 foi suspenso.
Dizem eles, devido à crise do país.
Dizemos nós, devido à crise em que colocaram o Concelho de Cantanhede.
Afirma a Câmara Municipal “nesta fase faz mais sentido apostar no reforço e diversificação da oferta cultural de qualidade com menores custos».
Mas a este valor devemos somar os subsídios a algumas colectividades, os trabalhos desenvolvidos pela Câmara Municipal, em pessoas e viaturas, etc.
O corte das despesas “tornaram-se uma inevitabilidade, embora esteja em aberto a realização do evento numa conjuntura mais favorável”.
Que tal 2013?
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